Resumo de 2025
Em 2025, o prejuízo diminuiu R$ 693 mi em relação a 2024, para R$ 426 mi. O caixa gerado pelas operações foi negativo, de R$ 1,3 bi.
2026 até agora
No acumulado até o 1º trimestre de 2026, a CBTU teve prejuízo de R$ 127 mi, contra prejuízo de R$ 268 mi no mesmo período de 2025 (melhora de R$ 141 mi).
| Acumulado no ano | 1º trimestre | ||
|---|---|---|---|
| 2026 | 2025 | Variação | |
| Resultado líquido | −R$ 127 mi | −R$ 268 mi | +R$ 141 mi |
| Faturamento | R$ 16 mi | R$ 17 mi | −R$ 1,0 mi−6,2% |
| Recursos recebidos do Tesouro | R$ 364 mi | R$ 302 mi | +R$ 62 mi+20,4% |
| Dividendos e JCP pagos à União | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 |
Valores acumulados desde 1º de janeiro, em R$ milhões nominais, como a fonte publica. Resultados trimestrais não são auditados como os anuais e podem ser revistos. O boletim da SEST traz faturamento (receita bruta) e o resultado de cada trimestre informado pela empresa. Onde está: Boletim SEST, Dados_Desagregados_Boletim_Trimestral_Sest_1T26.xlsx, aba Dados_Boletim_SEST_1T26, coluna Resultado Líquido.
O que explica o resultado de 2025
Explicação da empresa ainda não incluída para este ano.
Resultados e situação financeira, 2016–2025
Resultado líquido
Resultado e caixa das operações
| Indicador | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Valores publicados | ||||||||||
| Resultado líquido | −R$ 435 mi | −R$ 149 mi | −R$ 438 mi | −R$ 154 mi | −R$ 406 mi | −R$ 903 mi | R$ 8,3 mi | −R$ 220 mi | −R$ 1,1 bi | −R$ 426 mi |
| Receita líquida | R$ 163 mi | R$ 167 mi | R$ 192 mi | R$ 210 mi | R$ 134 mi | R$ 166 mi | R$ 156 mi | R$ 88 mi | R$ 80 mi | R$ 68 mi |
| Caixa das operações | −R$ 897 mi | −R$ 911 mi | −R$ 933 mi | −R$ 1,1 bi | −R$ 1,0 bi | −R$ 1,3 bi | −R$ 1,7 bi | −R$ 1,1 bi | −R$ 1,2 bi | −R$ 1,3 bi |
| Ativo totalem 31/12 | R$ 4,6 bi | R$ 4,7 bi | R$ 4,8 bi | R$ 3,5 bi | R$ 3,2 bi | R$ 2,8 bi | R$ 2,4 bi | R$ 2,4 bi | R$ 2,4 bi | R$ 1,9 bi |
| Patrimônio líquidoem 31/12 | −R$ 387 mi | −R$ 553 mi | −R$ 980 mi | R$ 86 mi | −R$ 301 mi | −R$ 1,4 bi | −R$ 1,6 bi | −R$ 1,8 bi | −R$ 2,9 bi | −R$ 4,0 bi |
| Indicadores calculados | ||||||||||
| Mudança do resultadosobre o ano anterior | — | R$ 286 mi | −R$ 289 mi | R$ 283 mi | −R$ 251 mi | −R$ 498 mi | R$ 912 mi | −R$ 228 mi | −R$ 900 mi | R$ 693 mi |
| Variação da receita | n/a | 2,1% | 15,4% | 9,3% | −36,4% | 23,9% | −5,8% | −43,6% | −9,3% | −15,4% |
| Margem líquidaresultado ÷ receita | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a |
| Margem de caixacaixa operacional ÷ receita | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a |
| ROAresultado ÷ ativo médio | n/a | −3,2% | −9,2% | −3,7% | −12,2% | −30,3% | 0,3% | −9,1% | −46,7% | −20,1% |
| ROEresultado ÷ patrimônio médio | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a |
| Capitalização patrimonialpatrimônio ÷ ativo | −8,4% | −11,7% | −20,2% | 2,5% | −9,5% | −49,5% | −66,4% | −74,6% | −119,9% | −217,1% |
Validado com fonte independente Conferido com outra publicação oficial Divergente de outra fonteSem marca: apenas fonte primária (SEST)
A linha tracejada marca 2025, quando a SEST mudou o plano de contas. “n/a” indica cálculo não aplicável: base anterior negativa ou zero, patrimônio negativo, receita de banco, ou margens de empresa dependente do Tesouro, cuja receita própria é pequena diante dos recursos que recebe.
Despesas correntes, 2016–2025
De 2016 a 2025, os gastos operacionais passaram de R$ 904 mi para R$ 1,5 bi: +64,6% em valores nominais e +6,2% descontada a inflação (IPCA de 55,0% no período).
Gastos operacionais e subvenção do Tesouro
| Indicador | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Valores | ||||||||||
| Gastos operacionaisreceita − resultado operacional | R$ 904 mi | R$ 817 mi | R$ 1,1 bi | R$ 902 mi | R$ 1,3 bi | R$ 1,5 bi | R$ 1,3 bi | R$ 1,0 bi | R$ 2,1 bi | R$ 1,5 bi |
| Custo dos produtos e serviços | R$ 708 mi | R$ 716 mi | R$ 801 mi | R$ 791 mi | R$ 732 mi | R$ 732 mi | R$ 723 mi | R$ 581 mi | R$ 621 mi | R$ 657 mi |
| Demais despesas operacionaisgerais, comerciais, provisões e outras, líquidas | R$ 196 mi | R$ 101 mi | R$ 296 mi | R$ 110 mi | R$ 562 mi | R$ 721 mi | R$ 618 mi | R$ 427 mi | R$ 1,4 bi | R$ 832 mi |
| Pessoaldistribuído a pessoal (DVA); não somar às linhas acima | R$ 561 mi | R$ 243 mi | R$ 449 mi | R$ 642 mi | R$ 578 mi | R$ 557 mi | R$ 559 mi | R$ 448 mi | R$ 488 mi | R$ 526 mi |
| Evolução | ||||||||||
| Variação nominal dos gastos | n/a | −9,7% | 34,3% | −17,8% | 43,6% | 12,3% | −7,7% | −24,8% | 105,3% | −28,1% |
| IPCA do ano | 6,3% | 3,0% | 3,8% | 4,3% | 4,5% | 10,1% | 5,8% | 4,6% | 4,8% | 4,3% |
| Variação real dos gastosdescontado o IPCA | n/a | −12,2% | 29,5% | −21,2% | 37,4% | 2,0% | −12,8% | −28,2% | 95,8% | −31,0% |
| Proporções | ||||||||||
| Gastos cobertos pela subvençãosubvenção ÷ gastos operacionais | 94,1% | 114,1% | 88,0% | 124,4% | 81,3% | 87,4% | 121,5% | 106,4% | 59,7% | 86,3% |
| Pessoal sobre gastos | 62,0% | 29,7% | 40,9% | 71,2% | 44,7% | 38,3% | 41,7% | 44,5% | 23,6% | 35,3% |
Gastos operacionais incluem custos, despesas gerais e comerciais, provisões, depreciação e outras receitas e despesas operacionais (líquidas), antes do resultado financeiro, dos tributos sobre o lucro e da subvenção. As linhas foram escolhidas por terem o mesmo conceito antes e depois da mudança do plano de contas de 2025.
Relação financeira com a União
Em 2025, as operações da CBTU consumiram R$ 1,3 bi de caixa. Isso é esperado numa empresa dependente: a subvenção do Tesouro (R$ 1,3 bi) não entra no caixa das operações, porque é registrada como recurso recebido. Somadas, operações e subvenção deram +R$ 1,0 mi: a subvenção cobriu o caixa consumido.
| Indicador | 2016 | 2017 | 2018 | 2019 | 2020 | 2021 | 2022 | 2023 | 2024 | 2025 |
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
| Dividendos e JCP destinados à União | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 | R$ 0 |
| Subvenção recebida | R$ 851 mi | R$ 932 mi | R$ 966 mi | R$ 1,1 bi | R$ 1,1 bi | R$ 1,3 bi | R$ 1,6 bi | R$ 1,1 bi | R$ 1,2 bi | R$ 1,3 bi |
| Aporte (AFAC) recebido | R$ 100 mi | R$ 90 mi | R$ 34 mi | R$ 38 mi | R$ 18 mi | R$ 34 mi | R$ 97 mi | R$ 30 mi | R$ 56 mi | R$ 92 mi |
| Recursos do Tesourosubvenção + AFAC | R$ 951 mi | R$ 1,0 bi | R$ 1.000 mi | R$ 1,2 bi | R$ 1,1 bi | R$ 1,3 bi | R$ 1,7 bi | R$ 1,1 bi | R$ 1,3 bi | R$ 1,4 bi |
| Caixa das operações + subvençãosuficiência de caixa da dependente | −R$ 46 mi | R$ 21 mi | R$ 32 mi | R$ 35 mi | R$ 19 mi | −R$ 26 mi | −R$ 35 mi | R$ 12 mi | −R$ 5,8 mi | R$ 1,0 mi |
| Subvenção sobre receita | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a |
| Dividendos à União sobre PLnão é retorno total do acionista | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a | n/a |
Dividendos são os destinados no exercício, que podem ser pagos em outro ano. Por isso não subtraímos um do outro. Em dependentes, o caixa das operações costuma ser negativo porque a subvenção do Tesouro fica fora dele; a linha “caixa das operações + subvenção” mostra se, somados, os recursos cobriram as operações (mesmo critério do Senado Federal, RAF nº 114, tabela 6).
Investimento e execução do orçamento
Empresas dependentes não têm Orçamento de Investimentos próprio: o investimento delas está no orçamento fiscal da União, que ainda não acompanhamos.
Quem administra
Presidência desde 2016
“Sem registro na SEST” marca intervalos sem presidente no cadastro oficial. Não indica cargo vago: pode ser lacuna de registro.
Diretoria atual
Diretor Presidente (Titular)
Diretora Técnica (Titular)
DIRETORA DE ADMINISTRAÇÃO E FINANÇAS (Interino)
DIRETOR DE PLANEJAMENTO E RELAÇÕES INSTITUCIONAIS (Titular)
Conselho de Administração atual
Presidente (Titular) · indicação: Controlador - Ministério Setorial / Ministério das Cidades
Membro (Titular) · indicação: Controlador - Ministério Setorial / Ministério das Cidades
Membro (Titular) · indicação: Controlador - Ministério Setorial / Ministério das Cidades
Membro (Titular) · indicação: Ministério da Gestão - CA (Parágrafo único, Art. 32, Lei nº 14.600/2023)
Membro (Titular) · indicação: Representante dos Empregados
Membro (Titular) · indicação: Controlador - Ministério Setorial / Ministério das Cidades
Conselho Fiscal atual
Membro (Titular) · indicação: Controlador - Ministério Setorial / Ministério das Cidades
Membro (Titular) · indicação: Ministério da Fazenda - CF (§ 2º, Art. 40, Decreto nº 8.945/2016)
Membro (Suplente) · indicação: Ministério da Fazenda - CF (§ 2º, Art. 40, Decreto nº 8.945/2016)
Membro (Titular) · indicação: Controlador - Ministério Setorial / Ministério das Cidades
Nome, cargo e mandato não bastam para avaliar qualificação, independência ou cumprimento dos requisitos de nomeação. Coincidência de datas entre uma gestão e os resultados não demonstra responsabilidade.
Fontes e comparação
- Qualidade: 16 números desta empresa foram comparados com outra fonte (16 conferem). Como cada número é conferido.
- Contas: dados abertos da SEST/MGI (demonstrações lançadas pelas empresas no Siest), base individual. Em 2025, valores do 4º trimestre, acumulados no ano.
- Investimento: Orçamento de Investimentos da SEST. Empregados: boletim trimestral da SEST. Dirigentes: cadastro de dirigentes e conselheiros da SEST.
- Números publicados como as fontes os divulgam, coletados automaticamente em 02/11/2026. Valores nominais. Traço (—) é dado não publicado, nunca zero. Fórmulas e método.